Tuesday, March 13, 2012
Toneladas de peixes mortos aparecem boiando em Paranaguá/PR e nos EUA em 2011
No reveillon de 2011 a Baia de Paranagua amanheceu com centenas de milhares de peixes mortos boiando nas águas do mar, os peixes começaram a aparecer no último dia de 2010, uma quinta-feira, e continuaram a surgir nos dias subsequentes. Noticiário no Paraná TV da RPC retransmissora da Globo do dia 3/1/2011 registro o mistério que permanece sem conclusão até hoje: Toneladas de peixes aparecem mortos na baía de Paranaguá.
Tb em 3/1/2011 o jornal Gazeta do Povo publicou a reportagem sobre o fenômeno inesperado - Milhares de peixes aparecem mortos na Baía de Paranaguá - onde segundo o presidente da Federação das Colônias de Pescadores de Paranaguá, Edmir Manoel, cerca de 60 toneladas de peixes apareceram mortos de maneira misteriosa principalmente nas proximidades do Porto de Paranaguá e na costa da Ilha de Amparo. Eram principalmente sardinhas e xingós, mas também foram encontrados corvinas e bagres. Os pescadores afirmaram que os peixes afetados são de águas mais profundas e acreditam que algum produto tóxico causou as mortes.
A partir de material coletado no local, pesquisadores do Centro de Estudos do Mar (CEM) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) divulgaram uma análise técnica preliminar divulgado em 6/1/2011 pelo site Planeta Universitário - Centro de Estudos do Mar cogita 4 hipóteses para morte de sardinhas no litoral do PR - que apontavam as possíveis causas da mortandade: 1) alguma doença; 2) toxinas de microalgas; 3) efeito de despejo químico; e 4) um possível descarte pesqueiro.
No entando, a prefeitura de Paranaguá não concordou com as conclusões da universidade e preferiu apoiar a explicação dos pescadores, como noticiou o site Paraná Online em 12/1/2011: Paranaguá contesta lauda da UFPR sobre peixes mortos. Em uma coincidência intrigante, na mesma época em Arkansas nos Estados Unidos, depois de testemunhar o mistério de cadávares de pássaros que surgiram caídos nas ruas, cerca de 100 mil peixes apareceram mortos no Rio Arkansas, como registrou o site de notícias G1 em 3/1/2011: Após pássaros, estado americano do Arkansas tem morte de peixes.
De qualquer forma, iniciar um ano novo com toneladas de animais, pássaros ou peixes mortos em várias partes do Brasil e do mundo pode ser entendido como um sinal do fim do mundo e cenário do apocalipse.
Tuesday, December 27, 2011
Site sobre o calendário sagrado dos maias em português
Pesquisando sobre o calendário maia e sua profecia do fim do mundo em 23/12/2012, assunto que graças ao filme 2012 com certeza será discutido até a exaustão em 2012, encontrei o site CalendarioSagrado.org com informações e pesquisas brasileiras sobre a cultura e etnologia mesoamericana. Segue uma transcrição da matéria de abertura do site, publicada no jornal de alunos de ciências sociais da UFF (Universidade Federal Fluminense):
O site também disponibiliza uma versão explicada do calendário sagrado dos maias 2011-2012 para baixae em PDF: Ano "13 Erva" (13 Eb). Mostrado abaixo no Scribd como alternativa de visualização e download.
CalendárioSagrado.org: 2012?
Thiago Cavalcanti
"Os maias disseram que em 2012 ocorrerá o fim do mundo", vivem a repetir os populares. Outros, não menos inocentes, respondem: "2012 é apenas o fim do calendário maia". Ambas as idéias são disseminadas até mesmo por colegas universitários, pelos corredores das instituições, em momentos de descontração, curiosidade e em discussões levadas a sério. É digno reconhecer, por outro lado, que trata-se de um assunto muito mais de curiosidade do que de interesse para a maioria absoluta das pessoas, ao mesmo tempo em que o nível de complexidade do tema exige um verdadeiro contínuo interesse por parte do pesquisador.
O ciclo de "2012" consiste num período de 1.872.000 dias, que na prática é dividido em 13 ciclos Pik (ou, popularmente, Baktun), de 144.000 dias cada. Apesar de nem todas as teorias para 2012 estarem relacionadas à cultura maia, não há dúvidas de que o calendário foi o grande motor do fenômeno "2012" e também aquilo que o tornou tão popular, não por acaso motivando teorias paralelas e, em outras ocasiões, sendo usada em combinação a outros mitos. Envolver qualquer coisa com os maias é o caminho mais fácil para estar um pouco sob esse "holofote".
Quando falamos em fim do mundo, é importante destacar que a comunidade acadêmica não reconhece nenhum documento mais que justifique qualquer afirmação nesse sentido. Outra teoria igualmente sem bases é aquela que fala sobre o "fim do calendário maia": acima do ciclo Pik, existe ciclo Piktun, que é equivalente a 20 ciclos Pik. Isso, por si só, demonstra que o calendário maia vai bem além de 13 Pik. Não bastasse isso, existem registros maias que citam datas num futuro que ocorrerá centenas de anos após "2012". Podemos dizer assim, que os maias pensavam que iríamos (na verdade, que eles próprios iriam) muito além de "2012".
Já sobre a inversão dos polos, teoria que leva em consideração o movimento de precessão da Terra, cuja duração é de "aproximadamente 26 mil anos", leva em consideração a hipótese de estarmos completando cinco ciclos de 13 Pik
(ou 65 Pik), que equivalem a 26 mil Tun (o ano de 360 dias), o que faz com que essa teoria seja no mínimo atraente ao público. Entretanto, ao mesmo tempo que não podemos afirmar que em "2012" encerramos o quinto ciclo de 13 Pik ), a própria demarcação do início de um ciclo de 26 mil Tun ˜ão necessariamente coincide com uma eventual inversão dos pólos.
)Não há, de maneira alguma, uma unanimidade no que se refere à correlação entre o calendário maia e calendário gregoriano. Ou seja, o tal ciclo de "2012" pode já ter ocorrido há 200 anos ou ocorrer daqui a mais 200 anos, dentro das mais variadas teorias acadêmicas. Existe um único registro maia que reconhecidamente cita o fim do ciclo de 13 Pik, e obviamente não está escrito "2012" lá, por mais que a mídia etnocêntrica prefira dizer que está. Por isso é que "2012" esteve sempre presente entre aspas no presente texto, mais por seu apelo do que por sua validade; nunca devemos ignorar o fato que o fim do ciclo equivaler ao ano de 2012 está longe de ser uma unanimidade. Convido os colegas acadêmicos a colaborarem com esse esclarecimento.
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Calendário Maia 2011-2012
Monday, August 1, 2011
Cometa Elenin mais próximo da Terra em 16/10/2011
Notícia no site JCnet publicada mês passado fala do perigeu (aproximação máxima em relação à Terra) do cometa Elenin que está previsto para outubro, no dia 16/10/2011. Assinada por Tisa Moraes, a reportagem reune vários comentários de sites, blogs internacionais, professores e astrônomos, segue copy paste de trechos publicados:
Ainda na matéria do Jornal da Cidade (Jcnet) há uma pequena apresentação do astrônomo amador que batizou o cometa, descoberto recentemente, no ano passado.
Cometa que se aproxima da Terra provoca divergências na internet
16/7/2011 - Jornal da Cidade - Tisa Moraes
(...) Especialistas, simpatizantes e curiosos da astronomia vem dividindo opiniões sobre as consequências da chegada do cometa Elenin, que deve atingir sua aproximação máxima junto à Terra (chamada perigeu) exatamente daqui a três meses.
Ainda que a expectativa seja de que sua órbita mantenha uma distância 90 vezes superior a da Lua, em blogs e sites há quem diga que os dados oficiais possam ser uma estratégia para maquiar a realidade e evitar pânico. Divergências de pontos de vista também já estão presentes em redes de relacionamento como Twitter e Facebook.
No www.hardmob.com.br, por exemplo, um dos colaboradores argumenta que o fato de a Agência Espacial Norte Americana (Nasa) pouco falar no assunto indica que algo que possa “afetar todo o mundo e matar milhões de pessoas” esteja sendo escondido.
O mesmo site faz uma associação entre o início do nome do cometa com a sigla ELE que, em inglês, significaria extinção em massa de espécies. “Pode ser que algo muito ruim venha acontecer logo, logo. Afinal, como podemos imaginar, um desastre desses, se fosse previsto, jamais seria relevado para o público, pois certamente haveria um caos no planeta inteiro”, diz o texto.
Pelo menos outros dois blogs fazem referência a uma notícia publicada em maio pelo Portal Terra na Argentina. Na matéria, um estudioso de astronomia confirmava informações de cientistas chineses de que o Elenin seria seguido por uma desconhecida formação ‘estranha e obscura’ parecida com um objeto voador não-identificado (ovni). “Atrás do cometa, os cientistas chineses asseguram que vem algo que eles chama de ‘cluster’, que significa um cúmulo globular, ou talvez uma nave extraterrestre”, afirma.
Já o responsável pelo endereço realidadeoculta.blog.com teme que o cometa venha provocar fortes influências no campo magnético terrestre, o que, segundo ele, poderiam causar terremotos, tsunamis ou erupções vulcânicas. No mesmo endereço, é cogitada ainda a possibilidade de o Elenin alterar o campo gravitacional do Sol, tendo como consequência tempestades magnéticas solares que poderiam atingir a Terra.
(...) Mas há quem tenha mais cautela ou tranquilidade para lidar com o assunto. No site www.provafinal.net, um colaborador destaca que a órbita do cometa ainda pode sofrer mudanças de cálculos nas próximas semanas, mas diz acreditar na improbabilidade de colisão do corpo celestial com a Terra. “No site da Nasa, é possível ver uma animação da trajetória do Elenin. Se houvesse algum tipo de colisão, não teriam colocado nada no site. Não é uma questão de confiar ou não no órgão oficial, mas de ler as entrelinhas”, argumenta.
De fato, todos os especialistas consultados pelo JC são unânimes. Não há motivo para pânico. O Elenin nem mesmo é um cometa de grandes proporções e deve passar a 34,9 milhões de quilômetros de distância da Terra. Para o físico Pedro D’Incao, toda a celeuma criada em torno dele é fruto de especulações sem fundamento, sempre presentes quando o assunto são fenômenos astrofísicos.
“O misticismo sobre o fim do mundo existe, principalmente em relação à astronomia, desde que o homem começou a observar a natureza. E, nesse mundo especulativo, cabe qualquer coisa”, pondera ele, que afirma acreditar nas informações oficiais. “Não acredito que haja a conspiração que se imagina”, defende.
(...) Para fins de comparação, o cometa Elenin é três vezes menor do que seu “irmão” mais famoso, o Halley, que em 2010 criou um clima de pânico em escala global após notícias serem veiculadas acerca do gás letal presente em sua cauda. O Halley passou, inofensivo, pela órbita da terra e voltou em 1986, deixando, mais uma vez, apenas um belo espetáculo como registro.
“O Halley não provocou nenhum tipo de influência na terra e com o Elenin será a mesma coisa. Não haverá nada de excepcional. Dependendo do quão distante ele estiver de nós, conseguiremos, no máximo, vê-lo através do telescópio”, adianta o físico Jorge Honel, responsável pelo setor de astronomia do Centro de Divulgação Científica e Cultural da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos.
(...) Se os cálculos estiverem certos e o cometa Elenin passar a 34,9 milhões de quilômetros de distância da Terra, nenhum efeito provocado por ele será sentido pelos humanos. É o que garantem especialistas consultados pelo JC.
Pesquisador do Departamento de Astrofísica do Observatório Nacional, órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o astrofísico Carlos Henrique Veiga explica que são remotas as chances de o cometa provocar efeitos como tsunamis ou terremotos. Para tanto, o Elenin teria que atingir a atmosfera terrestre, o que está longe de acontecer, segundo as projeções.
“Pelo tamanho que ele tem (cerca de 3,5 quilômetros de massa), precisaria passar pelo menos a um milhão de quilômetros de distância da atmosfera para provocar algum efeito de maré, mas ainda sem nenhum dano aos humanos. Seria parecido com as alterações provocadas pela Lua, que tem o mesmo diâmetro do Elenin, mas está a 484 mil quilômetros da Terra, embora se movimentando em menor velocidade”, esclarece.
Já as chances de o cometa interferir no campo eletromagnético do Sol e provocar as chamadas manchas solares ou tempestades eletromagnéticas. Segundo Veiga, o que ocorre é justamente o contrário: se passar muito próximo do Astro-Rei, o Elenin poderá ser atraído e se chocar contra ele, sem nenhum reflexo para a Terra.
“Os cometas não são nada perto do Sol. As tempestades magnéticas, manchas e os ventos solares são provocados por distúrbios no campo eletromagnético do Sol ainda não muito bem entendidos pela Física. Algumas destas anomalias podem causar pane nos sistemas de telecomunicações da Terra, mas não são causadas por cometas, em absoluto”, alerta.
Responsável pelo setor de astronomia do Centro de Divulgação Científica e Cultural da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, o físico Jorge Honel também desconsidera a possibilidade de um ovni pegar carona na cauda do cometa. “Isso não tem nenhum fundamento. Essa é só a letra de um verso de música infantil”, ironiza, numa referência à música “Lindo Balão Azul”, do cantor Guilherme Arantes.
Segundo o site City Journalist - Are the disastrous earthquakes connected to comet Elenin (Os terríveis terremotos estão conectados com o cometa Elenin) - o próprio descobridor do cometa acredita que os terremotos deste ano estão relacionados a aproximação do cometa. Os terremotos aconteceram no dia exato, ou em datas bem próximas, do alinhamento do sol, da Terra e do cometa Elenin.
Leonid Elenin
Batizado oficialmente de C/2010 X1, o cometa Elenin foi descoberto em 10 de dezembro de 2010 pelo astrônomo russo Leonid Elenin, através de um dos telescópios robóticos do International Scientific Optical Network, instalado no Novo México, Estados Unidos. Segundo a agência espacial da Rússia Roscosmos, o cometa foi o primeiro descoberto por um russo neste século.
Novos e desconhecidos corpos celestes em direção a Terra, planetas misteriosos sendo relacionados a profecia maia do Planeta Nebiru, Nibiru ou Planeta X ligados ao fim do mundo em 2012, que muitos já acreditam ser o próprio cometa Elenin. Os cristãos da Family Radio prevendo o fim do mundo para o mesmo mês do perigeu esperado pelos astrônomos. Elementos que completam um quadro aterrorizante e sinistro como sinais do apocalipse.
Wednesday, July 27, 2011
Vírus assassino descoberto na África do Sul em 2008
Lembrei desta notícia publicada no jornal O Globo e que encontrei reproduzida no site da Universidade Federal do Ceará. Fala das mortes provocadas anos atrás por um virus até então desconhecido. Também cita um caso de morte por virus misterioso no Brasil, vale pesquisar as consequencias.
Descoberto novo vírus hemorrágico letal
Universidade Federal do Ceará, Jornal O Globo 5/11/2008
Um novo vírus que causa uma febre hemorrágica letal foi descoberto no sul da África. Ele matou quatro pessoas na África do Sul e deixou mais uma doente. Porém, autoridades de saúde sul-africanas dizem que o surto está controlado, segundo o jornal “New York Times”. Vírus hemorrágicos — dos quais o Ebola é o mais conhecido — são temidos devido à elevada taxa de mortalidade. Se não forem identificados depressa, costumam ser letais.
O vírus identificado agora é da família dos arenavírus, conhecidos causadores de febres hemorrágicas, principalmente na África e na América do Sul. Exemplos são as febres de Lassa, do oeste da África; Machupo e Guanarito, ambas sulamericanas.
Muitos desses microorganismos permanecem misteriosos anos após terem sido descobertos.
No Brasil, o arenavírus Sabiá matou uma mulher em SP em 1990 e desapareceu sem que sua origem na natureza tenha sido identificada.
A descoberta de vírus que infectam animais não é um evento incomum. Um exemplo é um vírus de febre aftosa identificado no mês passado em cabras da Suíça. Porém, é relativamente raro descobrir microorganismos que causam doenças fatais em seres humanos, como o coronavírus que provocou a síndrome respiratória que se espalhou pela Ásia em 2002. Estudos recentes, no entanto, indicam que o número de doenças infecciosas tem crescido nas últimas décadas, possivelmente em função da globalização (que facilita viagens) e do aumento da população.
Ninguém sabe ainda como a primeira vítima do novo vírus foi infectada.
Porém, os arenavírus são comuns em roedores. A urina seca desses animais se mistura à poeira e pode transmitir o vírus, se inalada.
A descoberta foi confirmada pelo Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis da África do Sul e pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.
A primeira vítima chamava-se Cecilia van Deventer, uma vendedora de viagens em Lusaka, na Zâmbia. Ela adoeceu em 2 de setembro e foi levada de avião para Johannesburgo, na África do Sul.
Aparentemente, Cecília transmitiu a doença para Hannes Els, o paramédico que a acompanhou na viagem, e Gladys Mthembu, a enfermeira que a atendeu na Clínica Morningside, em Johannesburgo.
A quarta pessoa a morrer foi Maria Mokubung, a faxineira que limpou o quarto onde Cecília faleceu, em 14 de setembro. Segundo jornais sul-africanos, a morte de Maria inicialmente teve erro de diagnóstico, porque ela tinha tuberculose e meningite, e já estava muito fraca e confusa quando sua família resolveu buscar socorro. A quinta pessoa a adoecer sobreviveu. Ela é a enfermeira que cuidou de Hannes Els. A mulher ainda está muito mal, mas tem respondido ao tratamento com a droga ribavirina.
A doença começa com sintomas semelhantes aos da gripe, como febre e diarréia. Em seguida aparecem manchas como as do sarampo. A próxima fase é a hemorragia que leva a colapso respiratório e circulatório.
Autoridades de saúde da África do Sul disseram que não houve casos novos, mas elas ainda vão esperar até o fim do mês para considerar o surto definitivamente debelado.
Será difícil localizar a origem do vírus. O corpo de Cecília foi cremado e Zâmbia não guardou amostras de seu sangue. Amostras de tecidos das outras vítimas só podem ser retiradas em laboratório de segurança máxima e o único na região está fechado.
(O Globo, 5/11)
Fonte: Jornal da Ciência 3636, 06 de novembro de 2008.
Recentemente o medo de uma epidemia desconhecida foi retomado pelo ocorrido na Alemanha e Europa, onde uma bactéria que ataca e destrói os rins causou várias mortes. Na época epidemias e surtos causados pelo virus Ebola, fungos ou bactérias desconhecidas ainda causavam mais temor, dando origem a livros e filmes sobre o tema. Um cenário de calamidade pública e de saúde digno do apocalipse com os microscópicos sinais do fim do mundo exterminando e martirizando pessoas, cidades e civilizações.
Wednesday, July 20, 2011
Planeta Nibiru? Video mostrando segundo sol na TV da China
Este video publicado em março deste ano no YouTube e com 188.777 exibições até agora, mostra uma reportagem no telejornal chinês supostamente veiculado na TV daquele país. As imagens mostram a filmagem onde aparece um segundo sol de forma clara, ao lado do sol original. Como a profecia maia do fim do mundo em 2012 fala do aparecimento do planeta Nibiru (ou Planet X) de forma parecida, a apreensão, especulação, notícias, brincadeiras e sinais em torno do apocalipse iminente cresce enquanto a data fatídica da previsão se aproxima.
O site americano MsnNbc Space.com publicou sobre estranho fato do aparecimento dos 2o sol ocorrido na China na matéria Two suns spotted on China defied explanation (2 sóis aparecem na China e desafiam explicações). A reportagem traz declarações do astrônomo Jim Kaler da Universidade de Illinois que acredita que o que aconteceu foi uma miragem causada por alguma concentração anormal e rara de partículas na atmosfera. Este tipo de ilusão de ótica acontece normalmente próximo da linha do horizonte, diferente do mostrado na tv chinesa que o próprio Kaler não acredita que tenha sido um efeito gerado por computador.
A reportagem do site americano ainda cita o astrônomo Michael Minnaert e seu livro Light and Color in the Outdoors como a mais completa referência em sol duplo, cão do sol, halo solar, falso sol, etc. Minnaert explica que existem vários registros de falso sol na mesma posição mostrada no video chinês, inclusive com fotos. O cientista Grant Perry, estudioso da atmosfera na Universidade Winsconsin, alertou que o fênomeno é incomum e que pensou na possibilidade de ser uma ilusão causada pelo reflexo na lente ou do equipamento de gravação, mas para isso a imagem deveria se mover junto com o movimento da câmera, o que não acontece.
A matéria do Space.com lembra do boato recente que se alastrou na internet sobre explosão de uma estrela próxima da Terra causaria o aparecimento de um segundo sol, de qq forma, seja ilusão de ótica, miragem, planeta nibiru ou aparição religiosa, a imagem nítida de 2 sóis no céu pode com certeza entrar na lista de sinais do fim do mundo.
Wednesday, June 29, 2011
Cientista explica o fim do sol
Com as recentes explosões solares este ano e a expectativa que as atividades eletromagnéticas aumentem até 2012 vale resgatar a informação de que os cientistas descartam a hipótese do sol explodir completamente. As estrelas que explodem em supernova são aquelas de 5 a 10 vezes maior do que o sol. Em alguns bilhões de anos o fim do sol, e consequentemente do nosso planeta, será gradativo e ele terminará como uma estrela anã branca. Antes disso, o sol vai expandir até Marte, como uma estrela gigante vermelha, e o calor nesta fase destruirá a Terra.
Em declarações respondendo ao site Terra Educação - Um dia o sol vai explodir? - a astrônoma Thaisa Storchi Bergmann da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), explica este processo:
"Estrelas como o Sol morrem menos catastroficamente. O Sol, daqui a alguns bilhões de anos, vai comecar e expandir suas camadas externas, que se extenderão até a distância de Marte, aproximadamente. Depois, o Sol vai perder as camadas externas, chegando na fase de nebulosa planetária. O que sobrar será uma uma estrela muito compacta, com cerca de uma massa do Sol e compactada num raio igual ao da Terra, a chamada anã branca."
O fim do sol representa a certeza do fim do mundo, sem profecias ou adivinhações, apenas a certeza da ciência e dos números. Como naquela piada onde uma velinha assistia a palestra de astronomia explicando o ciclo de vida das estrelas e o palestrante disse que o sol ia acabar em alguns bilhões de anos e o mundo ia acabar. A velhinha agitada se levanta e pergunta assustada: - quando professor??? Ele repete: - daqui a alguns bilhões de anos senhora. A velhinha suspira aliviada: - ufa, pensei que fossem milhões de anos...
Monday, February 21, 2011
Pesquisa liga vírus a sumiço das abelhas
Matéria no jornal Folha de São Paulo com uma hipótese para explicar a epidemia do sumiço das abelhas, CCD (Colony Collapse Disorder).
Na mesma edição do jornal, uma outra reportagem comparava com a situação brasileira. O site Jornal da Ciência republicou a matéria.Pesquisa norte-americana liga vírus a sumiço das abelhas
Monica Girardi
Folha de São Paulo, 7/9/2007Uma nova pista pode ajudar a solucionar o mistério do sumiço das abelhas, que vem dando um nó na cabeça de apicultores e biólogos mundo afora. Um novo vírus foi considerado o melhor candidato a assassino.
Pesquisadores americanos chegaram a esse resultado ao comparar amostras de colméias doentes (que perderam rapidamente suas abelhas operárias) de vários pontos dos EUA com amostras saudáveis.
Eles identificaram cinco grandes grupos de bactérias, quatro linhagens de fungos e sete tipos de vírus. Mas apenas um deles estava sempre associado ao desaparecimento da Apis mellifera (ou abelha européia) naquele país: o vírus israelense da paralisia aguda (IAPV, na sigla em inglês).
"Se é exatamente um agente causador ou só um marcador muito bom da doença é a próxima questão que precisamos tentar responder", afirmou Diana Cox-Foster, da Universidade Estadual da Pensilvânia. A entomóloga é líder do estudo publicado no site da revista científica americana "Science" (www.scienceexpress.org).
Os demais participantes da pesquisa procuraram ressaltar, em entrevista coletiva, que a descoberta não é definitiva e que o problema ainda não está resolvido. O próximo passo do grupo agora é infectar colônias saudáveis com o IAPV para ver se elas entram em colapso.
Os cientistas suspeitam ainda que a fonte do vírus possa ser a Austrália, visto que os Estados Unidos passaram a importar grandes quantidades de abelhas daquele país desde 2005. Para testar, eles analisaram uma amostra supostamente saudável de abelha de lá e encontraram sinais do IAPV.
Crime sem corpo
O problema, que recebeu o nome de desordem do colapso das colônias (ou CCD), foi observado inicialmente na Europa, mas foi nos EUA que ocorreram os maiores estragos. Desde o final do ano passado, mais da metade dos Estados do país observou uma queda abrupta na população de abelhas. Produtores perderam de 50% a 90% de suas colônias.
O fenômeno tem deixado os biólogos em pânico: afinal, as abelhas são polinizadores, fundamentais para a agricultura (Albert Einstein dizia que, se elas desaparecessem, os humanos sumiriam em cinco anos).
O inseto é conhecido por sua vulnerabilidade, tanto que não chega a ser incomum a morte de uma colméia inteira, e os apicultores estão acostumados a lidar com isso. Mas o curioso no caso da CCD, além da rapidez com que ela se espalha e da sua virulência, é que esse é um crime sem cadáver.
Não são achadas abelhas mortas dentro das colméias ou nas proximidades. Elas literalmente desaparecem. Saem do ninho para coletar néctar e pólem e não voltam mais. No final do processo costumam restar somente a rainha e algumas guardiãs, mas todas acabam morrendo pela falta de comida.
A descoberta do vírus, no entanto, ainda não esclarece por que isso ocorre. "É possível que a infecção altere a habilidade das abelhas de encontrar o caminho de casa, mas não podemos afirmar com certeza", disse à Folha Ian Lipkin, do Centro de Infecção e Imunidade da Universidade Columbia e um dos autores do estudo.
Colapso no Brasil pode ter causa diferente
Apesar de ser em uma proporção bem menor do que a observada nos EUA, o sumiço de abelhas também tem começado a atingir as culturas no Brasil, segundo relatos de apicultores de Minas, SP e Rio Grande do Sul.
Entretanto os pesquisadores que estudam o caso por aqui não têm certeza de que se trata do mesmo colapso que atinge os insetos americanos. De fato foi registrado um aumento da mortalidade e uma rápida diminuição das colméias, mas a maioria dos corpos é encontrada no local.
O vírus localizado pelos pesquisadores norte-americanos tampouco foi observado no Brasil, mas outros patógenos identificados por eles durante a investigação são comuns por aqui, como o o ácaro Varroa destructor e o fungo Nosema ceranae.
O primeiro é velho conhecido dos cientistas e até hoje não deu muito trabalho para os apicultores brasileiros. "Mas na pesquisa americana ele foi identificado como um facilitador do IAPV, o que merece então nossa atenção", explica o entomólogo David de Jong, do Departamento de Genética da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto.
Já o fungo Nosema causou, sim, um aumento claro de mortalidade nos últimos anos.
Jong alerta ainda para o risco de usar geléia real da China para alimentar as rainhas, como muitos apicultores brasileiros têm feito. No estudo americano foi detectada a presença do vírus no material importado.
Um ponto a favor dos criadores nacionais é que a abelha cultivada aqui é mais robusta. Conhecida como africanizada, ela é uma mistura da variante européia com a selvagem africana, que se espalhou pelo país e por todo o continente nos anos 1960.
A mistura foi um descuido do geneticista brasileiro Warwick Kerr, que na época estudava a africana e sem querer deixou alguns exemplares escaparem.
Os animais resultantes eram tão ferozes que foram chamados de assassinos. Quase foi a desgraça do pesquisador. A resistência dos híbridos hoje é sua redenção.
Notícia na Folha sobre desaparecimento em massa de abelhas
Desaparecimento em massa de abelhas nos EUA permanece inexplicável
Folha de São Paulo - 6/4/2007
da France Presse, em Washington
A inquietação cresce entre os apicultores americanos pelo misterioso desaparecimento de milhões de abelhas nos últimos meses, problema que ameaça a produção nacional de mel e as colheitas que dependem do papel-chave destes insetos na polinização.
Entre 30 e 60% das abelhas sumiram na Califórnia (oeste) e mais de 70% em algumas regiões da costa leste e no Texas (sul). A situação é observada em 24 Estados americanos e duas Províncias canadenses, segundo estimativas do Usda (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, na sigla em inglês).
O despovoamento de uma colméia em até 20% durante o inverno é considerado normal, mas os apicultores demonstram preocupação uma vez que as colônias de abelhas domésticas estão em constante diminuição desde 1980 nos Estados Unidos.
Segundo a Usda, atualmente há 2,4 milhões de colméias no país, 25% a menos que em 1980, ao mesmo tempo que o número de apicultores profissionais caiu à metade desde a mesma data.
Sem precedentes
A magnitude deste desaparecimento em massa de abelhas, considerado sem precedentes, levou a associação apícola americana a exigir a ajuda do Congresso em uma audiência recente em Washington.
"Quase 40% das abelhas de minhas 2.000 colônias morreram. Esta é a maior taxa de mortalidade que vi em meus 30 anos de carreira como apicultor", afirmou na semana passada a uma subcomissão agrícola da Câmara de Representantes do Congresso Gene Brandi, presidente da associação de apicultores da Califórnia.
As abelhas domésticas são essenciais para a polinização de mais de 90 tipos de frutas e legumes, cujas colheitas estão avaliadas em 15 bilhões de dólares por ano, 6 bilhões apenas na Califórnia.
O cultivo de amêndoas neste Estado gera 2 bilhões de dólares em lucros e depende de 1,4 milhão de abelhas, segundo Brandi.
Colapso das colônias
Diana Cox-Foster, professora de entomologia da Universidade da Pensilvânia, explicou na mesma subcomissão que este novo problema de despovoamento em massa das colméias, batizada de "desordem de colapso de colônias", apresenta sintomas únicos, diferentes dos observados quando acontecem as freqüentes infecções do parasita Varroa jacobsoni, que destrói as larvas.
No caso desta desordem, as colônias de abelhas domésticas sãs diminuem repentinamente, deixando poucas ou nenhuma abelha sobrevivente.
As rainhas - uma em cada colméia e que garantem a reprodução - são encontradas com algumas abelhas adultas na presença de uma importante reserva de comida, mas durante esta crise não foram encontradas abelhas mortas no interior das colônias ou suas proximidades.
O fato de outras abelhas ou parasitas demoraram tanto tempo a instalar-se nas colméias que ficam desertas pela desordem aumenta as especulações da presença de um produto químico ou uma toxina, segundo Diana Cox-Foster.
Todas as abelhas encontradas nas colônias devastadas por este misterioso mal estavam infectadas com uma multidão de microorganismos, vários deles responsáveis por doenças vinculadas ao estresse destes insetos.
Os cientistas mencionam a hipótese de existência de um novo patógeno ou um produto químico que afeta o sistema imunológico das abelhas.
Na França se registrou um caso de despovoamento nos anos 90, atribuído a um inseticida posteriormente proibido no país.
Monday, February 14, 2011
No Brasil esvaziamento de colméias afeta mel
No Brasil. esvaziamento de colméias afeta melApesar de menos aterrorizante, por não incluir o sumiço dos cadáveres dos insetos, a diminuição brusca na população é assustadora. Sinal intigrante, revelando o fim do mundo.
Ricardo Westin, 7/7/2007
O sumiço das abelhas começa a ser motivo de preocupação no Brasil. O fenômeno é observado em colméias do Sudeste e do Centro-Oeste. "Os apicultores estão alarmados", diz a agrônoma Fábia de Mello Pereira, da Embrapa.
"Trabalho com mel há 15 anos e nunca tinha visto nada igual", conta Gilson Buraneli, criador de abelhas em Altinópolis (SP). Em apenas um ano e meio, ele viu suas colméias reduzidas de 70 mil abelhas para 20 mil. A produção anual de mel caiu de 80 kg de mel para 40 kg. "Apesar disso, a qualidade do mel continua a mesma", ele faz questão de frisar.
Pesquisadores investigam se o caso tem relação com a misteriosa desordem do colapso das colônias (CCD) registrada nos EUA e na Europa. Aqui, acredita-se que o fenômeno seja decorrente do uso de inseticidas nas plantações e da infecção por protozoários.
"Nos EUA, as abelhas simplesmente desaparecem. Em Altinópolis, encontramos as abelhas mortas na frente das colméias", compara o biólogo Dejair Message, da Universidade Federal de Viçosa.
Outra diferença é a raça das abelhas. Nos EUA e na Europa, a protagonista é a abelha européia. No Brasil, é a africanizada. Americanos e europeus rejeitam a abelha africanizada por considerá-la agressiva - no Hemisfério Norte, com um certo exagero, ela é conhecida como abelha assassina.
O Ministério da Agricultura está acompanhando todos os casos. Na semana passada, a Câmara dos Deputados realizou uma audiência só sobre o tema. Em 2004, o Brasil era o quinto maior exportador de mel.
Sumiço de abelhas intriga cientistas
Sumiço de abelhas no mundo intriga cientistasPela matéria sabemos que os cientistas americanos batizaram a misteriosa epidemia de CDD, Colony Collapse Disorder. Em outras matérias que eu li destacavam que os cadávares das abelhas não eram encontrados, as colmeias parecem simplesmente desaparecem. Nesta matéria a informação deixa a entender que os corpos dos insetos mortos são encontrados distantes das colmeias.
O problema é grave. Em termos ambientais, as abelhas são importantes polinizadores naturais.
Sem fazer alarde nem deixar pistas, abelhas de diversas regiões do planeta estão desaparecendo. Elas saem em busca de néctar e pólen e não retornam mais às suas colméias. Esse misterioso sumiço tem sido notado, nos últimos anos, nos Estados Unidos, no Canadá, em países da Europa e até no Brasil.
O problema é grave. Em termos ambientais, as abelhas são importantes polinizadores naturais. Ao levar o pólen de uma flor a outra, elas induzem a formação de frutos e sementes. Ou seja, são protagonistas na reprodução das plantas.
Em termos econômicos, esses insetos são os mais tarimbados produtores de mel na natureza. Além disso, são cada vez mais empregados na agricultura, polinizando lavouras de abacate, maçã, laranja, amêndoa e cenoura, por exemplo.
O sumiço das abelhas veio à tona no ano passado, nos EUA e no Canadá. No último outono do Hemisfério Norte, criadores que alugam enxames para agricultores se assustaram com um desaparecimento acima da média. Em poucos meses, o problema dizimou abelhas em metade dos 50 Estados americanos e em três províncias canadenses. Apicultores chegaram a perder 90% de suas colméias.
Para uma melhor dimensão do estrago, o biólogo americano Edward O. Wilson amplia o mundo dos insetos à escala humana. "De certa maneira, é o Katrina da entomologia", comparou ele, que é professor da Universidade Harvard, ao jornal Washington Post, citando o furacão que há dois anos matou pelo menos 1,5 mil pessoas nos EUA.
Os americanos batizaram o esvaziamento das colméias de desordem do colapso das colônias (CCD, na sigla em inglês). As razões da alta mortalidade, porém, continuam desconhecidas. Os cientistas estão correndo atrás de uma resposta, mas ainda não conseguiram passar das hipóteses. Talvez seja a intoxicação por inseticidas - cada vez mais usados na agricultura -, talvez a infecção por vírus e ácaros. Diante do mistério, não se descarta nem mesmo a radiação dos telefones celulares.
"Quando uma abelha melífera encontra algo interessante, o grupo inteiro vai junto. É por isso que é tão vulnerável, mais que uma abelha nativa", explica o biólogo americano David De Jong, doutor em entomologia pela Universidade Cornell e professor de genética na Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto.
Uma das dificuldades para apontar a origem da CCD é o fato de as abelhas sem vida serem encontradas dispersas, bem longe das colméias.
De qq forma a reportagem do Estadão continua:
Abelhas no SenadoNa versão impressa do jornal, a matéria foi acompanhada da reportagem No Brasil esvaziamento de colméias afeta mel que falava da situação das colméias no Brasil, com reduções drásticas em algumas regiões. O que vcs acham, é ou não é de se arrepiar? Pra mim, um dos sinais mais intrigantes pra quem quer desvendar o fim do mundo.
Nos EUA, o mundo dos insetos foi alçado a assunto de política pública. Em abril, o FDA (a agência responsável pelo controle de remédios e alimentos) realizou um congresso em Washington para discutir o tema. De Jong foi convidado para expor a situação brasileira.
Até a senadora Hillary Clinton, aspirante à presidência, vestiu a camisa dos apicultores. "Precisamos tomar as ações necessárias para ajudar nossos produtores de mel e agricultores e evitar que a situação fique pior", disse ela, que propôs mais verbas para investigações.
A preocupação governamental não é à toa. Por ano, a agricultura que depende da polinização das abelhas - são mais de 90 tipos de alimento - injeta na economia americana a considerável cifra de US$ 14 bilhões (cerca de R$ 26,8 bilhões) por ano.
Os cientistas, porém, não acreditam que o sumiço possa levar à extinção. As abelhas já voavam muito antes do aparecimento do homem. O fóssil mais antigo desse inseto tem 100 milhões de anos. O homem moderno surgiu há cerca de 100 mil anos.
