A Besta e o Sábio
21 hours ago

Em 20/5/2011 blog Desmorto - Tradução do guia de procedimentos para ataque zumbi da CDC - traduziu na íntegra todo o post e publicou em português as intruções e descrição do kit de sobrevivência:
Muita gente acredita que o mundo vai acabar em 2012. O CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos tem um palpite de como esse fim se dará: por uma infestação de zumbis. (...) O manual começa dizendo que podemos nos preparar para diversas emergências, entre elas uma dominação de comedores de carne humana rastejantes que ficaram famosos em filmes, seriados e quadrinhos.
- Você pode rir agora, mas, quando acontecer, você ficará feliz de ter lido isso. Talvez você aprenda uma coisa ou duas sobre como se preparar para uma emergência real.
Há também um kit, fundamental para que as pessoas sobrevivam à essa situação - ou a qualquer outra catástrofe que aconteça (...) o texto ainda dá dicas de como traçar planos de emergência. Entre as sugestões, estão identificar tudo que possa ser perigoso no local onde você mora, escolher um ponto de encontro caso você se perca de sua família e planejar rotas de fuga.
- Todos esses planos ajudam na fuga de uma enchente, terremoto ou furacão.
(...) Um porta-voz do CDC contou que a campanha é uma espécie de brincadeira, mas com dicas úteis para pessoas que estejam preocupadas com casos como os tsunami e terremotos que aconteceram este ano no Japão, por exemplo. No fim do documento, o CDC afirma que, caso os zumbis tomem mesmo conta das ruas, o órgão estará pronto para providenciar assistência a quem precisar, até mesmo para outros países.
Epidemias de virus, fungos e microorganismos, novas drogas, tempestades magnéticas e campos magnéticos provocarem zumbis e mortos vivos podem ser novidade mas culturas e civilizações milenares conviveram com a idéias de criaturas parecidas com seres humanos representando ameaça, perigo e morte. Corpo-seco, feitiçaria, castas, vudus e maldições poderiam formar um exército de contaminados e doentes que consumiriam a civilização e a humanidade em um inesperado apocalipse e fim do mundo zumbi.
(...) Então o que você precisa fazer antes de zumbis … ou furacões ou epidemias, por exemplo, realmente acontecerem? Primeiro de tudo, você deve ter um kit de emergência em sua casa. Isso inclui coisas como água, comida e outros suprimentos para você sobreviver os primeiros dias antes de localizar um campo de refugiados (ou, no caso de uma catástrofe natural, o que você ficaria sem comprar por algum tempo, até que seja possível se encaminhar para um abrigo de evacuação, ou até que os serviço públicos sejam restaurados). Abaixo estão alguns itens que você deve incluir em seu kit, para uma lista completa visite a página da CDC.
- Água (1 galão por pessoa e dia)
- Alimentação (estoque de itens não-perecíveis que você come regularmente)
- Medicamentos (o que inclui os remédios com e sem receita médica)
- Ferramentas e Suprimentos (faca, fita adesiva, rádio, pilhas, etc)
- Higiene e Saneamento (água sanitária, sabão, toalhas, etc)
- Roupas e camas (uma muda de roupa para cada membro da família e cobertores)
- Documentos importantes (cópias de sua carteira de motorista, passaporte e certidão de nascimento por exemplo)
- Kit de primeiro socorros (mesmo você estando perdido caso um zumbi lhe morda, você pode usar esse kit para tratar de cortes e lacerações que você pode vir a obter durante um tornado ou um furacão)
Depois que você fizer seu kit de emergência, você deve sentar-se com sua família e montar um plano de emergência. Isso inclui onde você iria e quem você chamaria se os zumbis começassem a aparecer do lado de fora da sua casa. Você também pode implementar este plano se houver uma inundação, terremoto, ou outra emergência. (...)

Ezequiel 1:4 Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do Norte, e uma grande nuvem, com fogo a revolver-se, e resplendor ao redor dela, e no meio disto, uma coisa como metal brilhante, que saía do meio do fogo.O capítulo descreve a visão do profeta de um homem de linho e 4 seres misteriosos. Não sou um estudioso da Biblia mas estes personagens por si só são intrigantes o suficiente para uma pesquisa mais detalhada das interpretações do fenômeno.
Yakudoshi (Os Anos Críticos)
Cristiane A. Sato
Ao longo da vida adulta os japoneses tradicionalmente acreditam que existem duas fases nas quais homens e mulheres devem ter especial cuidado com a saúde e a vida pessoal. Esses “Anos Críticos” são chamados de yakudoshi (anos de calamidade).
De acordo com tal tradição, acredita-se ser de bom agouro que os homens de 25 e 42 anos, e as mulheres de 19 e 33 anos, visitem os templos e realizem cerimônias para pedir proteção e comemorem o aniversário com uma festa especial. Não se sabe ao certo como tal tradição surgiu e embora muitos achem tal costume uma mera superstição, muitos outros continuam observando essa prática.
No Havaí e no Brasil alguns descendentes de japoneses mantêm o costume do yakudoshi com uma pequena diferença: a cerimônia e a festa são realizadas pelos homens nos aniversários de 24 e de 41 anos, e pelas mulheres nos aniversários de 18 e de 32 anos. De acordo com depoimentos de imigrantes antigos, no xintoísmo anterior à Segunda Guerra Mundial os meses da gestação no ventre da mãe deviam ser contados no tempo de vida de uma pessoa, e não só o tempo a partir da data do nascimento.
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Realmente muitos descendentes de japoneses organizam as festas de aniversário um ano antes do yakudoshi e no ano seguinte o aniversariante é que retribui a comemoração, caso tudo ocorra bem. Parece que existem outras formas de escapar da maldição, o video que ilustra o post mostra a visita de um estrangeiro a um festival que acontece no município de Inazawa, próximo a Nagoya no Japão. Na cerimônia, onde os homens devem comparecer com o corpo todo depilado, aqueles que estão na idade do yakudoshi acreditam que assim podem driblar os infortúnios e tragédias do ano. Em um outro video, uma cerimônia de yakudoshi envolvendo carpas e bebidas para os peixes foi registrada em video pelo jornal Yomiuri Shimbum no YouTube.
Yakudoshi
Infortúnios, acidentes, período de azar, inferno astral. Para aqueles que estão nas idades consideradas críticas (Yakudoshi), todo cuidado é pouco. Essas idades variam um pouco conforme a região do Japão, mas normalmente, para os homens, são os 25, 42 e 61 anos; e, para as mulheres, os 19, 33 e 37 anos.
Os homens devem tomar um cuidado maior com os 42 anos, idade conhecida como “Taiyaku” ou “Hon’yaku” (mais perigosa), cuja leitura em japonês dos números 4 e 2 (“shi” e “ni”), juntos, formam a palavra morte. Já as mulheres têm que redobrar a atenção aos 33 anos, já que os números 3 e 3 (sanzan) remetem a dificuldades. No que depender da junção dos números 1 e 9 (juuku), grande sofrimento acometerá o sexo feminino aos 19 anos.
O ano anterior ao Yakudoshi, chamado Maeyaku, e o posterior, Atoyaku, também são considerados perigosos. Para a contagem da idade crítica, deve-se considerar o Kazoedoshi, isto é, um ano acrescido à idade da pessoa.
Os japoneses costumam organizar festas no período anterior (Yakuire) e posterior (Yakubarai) ao Yakudoshi, como forma de reunir energias positivas para enfrentar o período. Yakuire é a festa que familiares e amigos oferecem à mulher aniversariante que completa 33 anos e ao homem, na comemoração de seus 42 anos. Na ocasião, o aniversariante tem que usar trajes do sexo oposto para “enganar o azar”.
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Sementes do Egito são causa provável do surto de E.coli
Da France Press
Um lote de sementes de feno-grego importadas do Egito em 2009 é o vínculo mais provável entre as intoxicações pela bactéria E.coli na França e Alemanha, anunciou nesta terça-feira a EFSA (Autoridade Europeia de Segurança Alimentar). O feno-grego (alforva ou trigonela) é muito utilizado na cozinha asiática ou com objetivos medicinais.
Segundo uma fonte europeia, a EFSA pediu à Comissão Europeia que adote as medidas necessárias para evitar novos contágios. É possível que ainda nesta terça-feira a UE retire as sementes procedentes desse lote. A EFSA já havia mencionado a pista egípcia em um comunicado publicado em 29 de junho. No entanto, o Ministério da Agricultura egípcio negou em 1º de julho a responsabilidade das sementes de feno-grego produzidas no Egito.
O feno-grego é uma planta de folhas ovaladas e suas sementes são utilizadas na alimentação por serem muito ricas em fósforo e magnésio. Também pode ser usada como erva medicinal e como fertilizante nos cultivos biológicos. Os consumidores não devem comer brotos ou sementes germinadas a menos que estejam bem cozidos. O lote em questão, de 15 toneladas, foi importado em 2009 na Alemanha e depois redistribuído em outros países, principalmente a França.
Os especialistas dos Estados membros da União Europeia se reuniram nesta terça-feira em Bruxelas para discutir as medidas tomar com base nas recomendações da EFSA, segundo uma fonte europeia. Este lote é portador da cepa O104:H4 da bactéria E.coli entero-hemorrágica (ECEH). Até a presente data, a intoxicação provada por esta cepa causou 48 pessoas na Alemanha e uma na Suécia. Uma segunda epidemia afeta a França, onde 10 pessoas foram intoxicadas pela bactéria ECEH na cidade de Bordeaux (sudoeste). Mais de 4.100 pessoas na Europa e América do Norte foram infectadas nos surtos de infecção por E. coli.

O artista entrevistado é o autor da música tema da novela O Astro, essa música que começa "Minha pedra é ametista, minha cor o amarelo, pra ser sincero, preciso ir urgentemente ao dentista, tenho alma de artista..." voltando ao sucesso e grudando na memória das pessoas pode ser ela própria mais um sinal do fim do mundo, trilha sonora do apocalipse em tempos de meteoros, cometas e planetas revelados.
João Bosco: "Tenho pesadelos constantes com asteroides"
5/9/2011 - Ultimo Segundo iG, Valmir Moratelli, Rio de Janeiro
Autor da música da novela "O Astro" fala ao iG sobre misticismos e seu medo do fim do mundo
O cenário é desolador. Uma chuva de meteoros atinge o planeta. As pessoas correm desesperadamente, desordenadas, para todos os cantos. É o apocalipse. O fim de tudo. No meio do caos, João Bosco vai à rua tentar, sem sucesso, pegar um taxi. Ele sua frio de nervoso. Está sozinho, sem rumo, sem ter o que fazer.
Este é o pesadelo que o cantor e compositor João Bosco, um dos grandes nomes da Música Popular Brasileira, tem com frequência há décadas. João é perseguido por uma chuva de meteoros enquanto dorme. Acordado, é ele quem os persegue, estudando-os e se mantendo informado sobre o assunto. “O mundo vai acabar por asteroides. Eu posso te assegurar isso”, diz, categórico.
iG: Como “Bijuterias” se tornou música de abertura de “O Astro”?
João Bosco: Estava gravando um disco em 1977 quando o pessoal da Globo procurou uma música para abertura da novela. O produtor Guto Graça Melo foi ao estúdio, ouviu “Bijuterias” e decidiu por ela na hora. O mais legal é que fizeram agora remake da novela, mas mantiveram a gravação. O que as pessoas ouvem todo dia em casa é a mesma gravação de 1977.
iG: É uma música com conotação mística. Ali está o seu lado transcendental?
João Bosco: Quando me perguntam sobre religião, respondo que sou brasileiro. A gente acredita em tudo, por via das dúvidas. Onde mais se encontra um cartaz no poste com “mãe Dinah traz a pessoa amada em três dias”? Não é em Berlim. Tem um amigo que não convido pra vir aqui em casa para ver jogo do Flamengo. Na primeira vez que ele veio, Flamengo tomou dois gols.
iG: Então sua “pedra é ametista”, sua “cor é o amarelo”?
João Bosco: Minha pedra pode ser ametista. Mas também deu muito certo a canção “Jade”. Tem famílias que me apresentam suas filhas com esse nome por causa da letra. Minha cor também é o amarelo. Tenho ligação com oxumaré, que tem todas as cores do arco-íris. Não só o amarelo. As cores estão aí para admirá-las.
iG: Você já separou a roupa com a qual quer morrer?
João Bosco: Não, mas penso nisso. Ao se enterrar alguém, só se está preocupado com o terno e a gravata, sem se importar com a qualidade do tecido. Por enquanto, eu quero que seja de linho, é gostoso, confortável. Vai que a viagem é longa... Mas meu problema atual são os asteroides, cometas e planetas.
iG: Como assim?
João Bosco: O universo está em expansão, é dinâmico e veloz. Esses meteoros já caíram aqui e vão cair de novo. Estamos carecas de saber. Meu pesadelo são os asteroides. Sempre que sonho com eles caindo, é sempre uma paisagem assustadora. Dependendo da comida do meu jantar, se como muito tarde, se for carne de vaca, acabo me deparando com eles caindo com mais frequência. Quando estou com algum medo não resolvido ou pendências de atitudes a tomar, os asteroides caem ainda mais.
iG: Como são esses pesadelos?
João Bosco: O mais engraçado é que eu vejo as pessoas correndo, em desespero, em sentidos completamente contrários umas das outras, perdidas, sem rumo. No meio disso tudo, há uma ponta de ironia, na qual estou sempre tentando achar um táxi livre. Lógico que não acho nenhum, então entro ainda mais em pânico, porque não tenho para onde ir. É um pesadelo que tenho há muito tempo.
iG: Já procurou ajuda de um analista para compreender esses sonhos?
João Bosco: Nunca procurei, porque talvez ele possa dizer que eu tenho razão em ter medo, porque o pesadelo pode virar realidade. E aí, o que eu faria (risos)? Falo do meu problema com os amigos. É a melhor maneira de lidar com isso. Quem não tem problemas? Toco meu violão, consigo entrar num avião por horas...
iG: Assiste a filmes sobre o assunto?
João Bosco: Claro. Vi agora o “Melancolia”, inclusive. Tenho problemas com o Lars von Trier (diretor), porque ele coloca a câmera no ombro e sai dirigindo. Tenho labirintite, me dá sensação de vertigem. Não consegui ver o filme com os dois olhos abertos, porque eu filava de vez em quando. Aí só faltava essa. Um planeta com data marcada de colisão com a Terra e eu com vertigem! Como que eu vou correr tendo vertigem? Vou ter que esperar aquilo deitado. É o fim do mundo, mesmo!
iG: Acha que o fim do mundo está próximo?
João Bosco: O mundo vai acabar por asteroides. Eu posso te assegurar isso. Estudo e frequento canais de TV especializados nessas pesquisas, falo com propriedade. Tem um asteroide com 340 metros de comprimento que vai passar muito próximo da Terra em 2029. Muito próximo mesmo. Como ele é grande e por haver campos magnéticos no universo, pode ser que a sua rota se altere. Uma ligeira mudança já é um perigo. O campo magnético da Terra pode afastá-lo, como pode atraí-lo.
iG: Acredita na profecia maia de que o apocalipse será em 2012?
João Bosco: Não. Acredito na profecia do universo, que está em transformação. Esses objetos estão todos andando por aí nos céus. Li ontem num jornal que os cientistas viram uma estrela sendo engolida por um buraco negro. Não se pode precisar quando aconteceu esse fenômeno. É mais uma prova de como o universo está vivo. Cai asteroide na Terra todo dia. Mas são de dez, quinze centímetros. Eles se incendeiam quando tentam atravessar a atmosfera terrestre. A velocidade é tão absurda, a diferença de temperatura é tão grande, que eles entram em combustão antes de atingir o solo.
iG: Há vida em outro planeta?
João Bosco: A vida na Terra foi trazida por cometas, eles contêm água. Só existimos por causa deles. A Terra não tinha composição química capaz de gerar água. Aquilo que algum dia nos tirou a vida, na era glacial, na era dos dinossauros, também algum dia nos trouxe a vida. É fantástico pensar assim. Os cometas são parceiros e parentes nossos, existimos por causa deles. Se não fosse a queda deles, a Terra jamais produziria vida.
iG: Então acredita em extraterrestres?
João Bosco: Não sei que tipo de vida, mas tem. Não tenho conhecimento científico para explicar. O homem terrestre tenta viajar no universo para achar, mas só encontramos indícios até hoje. Não saberia dizer se há vida inteligente, se há outra sociedade onde também se veste Armani, Gucci... Se ouvem música (risos).
Uma das muitas coincidências macabras e assustadoras que rondam o dia a dia da humanidade e que não são fatos pequenos mesmo diante de extinções de abelhas, choques de cometas, epidemias, terremotos e outros sinais do fim do mundo.
Viúva morre atingida pelo caixão de seu marido no RS
11/11/2008 - Folha de São Paulo - Desirée Antônio, colaboração para a Folha
Urna funerária com o corpo deslizou no carro funerário após colisão traseira.
Vítima, de 67 anos, foi atingida na nuca pelo caixão do marido e morreu na hora; motorista do outro veículo ficou preso nas ferragens
Uma mulher de 67 anos morreu na madrugada de ontem ao ser atingida na nuca pelo caixão em que se encontrava o corpo de seu companheiro, Josi Silveira Coimbra, 76.
O acidente aconteceu na rodovia RS-717, em Tapes (111 km de Porto Alegre). De acordo com o Comando Rodoviário da Brigada Militar, Marciana Silva Barcelos, que estava na camionete da funerária, foi atingida na nuca pelo caixão do companheiro. Ela não resistiu ao ferimento e morreu na hora.
O comando rodoviário afirma que o caixão deslizou em direção ao banco de passageiros quando um Alfa Romeo bateu na traseira do veículo.
O corpo de Coimbra, que havia sofrido um infarto na noite de domingo quando participava de um baile, estava sendo levado para a cidade de Alvorada, onde aconteceria o enterro.
O motorista do Alfa Romeo ficou preso nas ferragens após a colisão e sua retirada demorou cerca de 50 minutos. Ele foi encaminhado para o hospital Cristo Redentor, em Porto Alegre, onde está em observação. O hospital não deu informações sobre o estado de saúde do motorista.
Feridos
O motorista da camionete da funerária e um dos filhos de Coimbra, que também estava no veículo, tiveram apenas ferimentos leves.
O corpo de Barcelos foi levado, pela manhã, para o IML (Instituto Médico Legal) de Porto Alegre para exame e já foi liberado para o enterro.
De acordo com o sargento João Cordeiro, de São Lourenço do Sul, onde a ocorrência foi registrada, serão feitas perícias para apurar as circunstâncias em que o acidente ocorreu.
Segundo o soldado Oscar Luís Barros, da Brigada Militar na cidade, não foi possível realizar o teste do bafômetro no motorista do Alfa Romeo.
O motorista da camionete da funerária, no entanto, passou pelo teste e não apresentou sinais de embriaguez.
(...) As chamadas "tempestades solares", erupções na superfície do Sol que liberam alta carga de energia no espaço, costumam atingir seu pico a cada 11 anos.
Como o último ponto mais alto foi registrado em 2001, era esperado que o próximo ocorresse no ano que vem. "Mas isso está longe de acontecer", explica o físico solar Pierre Kaufmann, especialista em astrofísica solar. De acordo com ele, a atividade do Sol está bastante retardada. E ainda: as explosões recentes tiveram baixa intensidade, depois de quatro anos de "repouso" solar.
Pelo andar da carruagem, pode ser que o auge do ciclo atual do Sol aconteça só em 2016", diz o cientista. Outra possibilidade é que o ciclo solar se feche em 2012, mas com um pico menos intenso do que se imaginava.
Durante um ciclo solar, surgem manchas na superfície do Sol. "Em volta dessas manchas há gás quentíssimo e ionizado (gás em que os átomos estão dissociados). Então, ocorrem as explosões súbitas", explica Kaufmann. (...)
Como o cientista entrevistado na matéria da Folha prevê um possível auge destas atividades solares anormais para o ano de 2012, a ligação com a profecia Maia é imediata. Inclusive a imagem da Nasa pode remeter ao planeta Nibiru, ou Planeta X, da mesma profecia, que é citado muitas vezes como a visão do segundo Sol anunciando na Terra o sinal do fim do mundo.
"E o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe permitido que abrasasse (queimasse) os homens com [feroz e incandescente] fogo. E os homens foram abrasados com grandes calores (fogo), e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram [não sentiram qualquer tipo de lamentação, contrição e arrependimento por sua rebeldia, recusando-se a deixarem seus caminhos] para lhe darem glória." (Apocalipse 16:8-9)
“E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas.” (Lucas 21 : 25)

Abaixo a matéria publicada no JC Rio Claro um dia depois estranho do fenômeno:
Tremor e estrondo em RC geram teorias malucas
2/8/2011 - Guia de Rio Claro
No início da tarde de terça-feira (2), por volta das 13h30, um estrondo avassalador, seguido de um pequeno tremor, agitou a vida dos rio-clarenses. Ouvido - e sentido! - da Cidade Jardim ao Bairro Vila Operária, do Centro até o Jardim América. Até o momento, nem a Defesa Civil e nem o pessoal do Ceapla (Centro de Análise e Planejamento Ambiental) e da Geologia da Unesp tem informações sobre o ocorrido.
Mesmo sem ter certeza, o imaginário da população já encontrou inúmeras razões para o ocorrido. Na rede social Facebook algumas pessoas comentam - em tom de brincadeira - que foi a Torre Eiffel que tombou. Outros questionam se não foi à construção do novo hipermercado, localizado na esquina da Avenida Visconde do Rio Claro com a Rua 14, que teria caído. Terremotos, explosões de grandes proporções e até a queda de um meteoro surgiram na lista de discussões.
Outro 'gracejo' postado foi de que tanto os buracos encontrados pela cidade, como o estrondo, são parte da construção do metrô de Rio Claro. Até a explosão de uma pedreira na região foi citada. Enquanto o mistério continua e não aparecem informações oficiais, se divirta com as especulações e ideias mirabolantes da população.
O estranho é que meses atrás um fenômeno parecido aconteceu na região de Bauru - Barulho misterioso no interior de São Paulo - e no começo do ano em Canoas/RS. Aproveitei a documentação da imprensa e a repercussão do fato em Rio Claro e incluí a ocorrência no mapa colaborativo estrondosmisteriosos.crowdmap.com que comentei no post Mapa colaborativo de estrondos e barulhos misteriosos no Brasil, o interessante é que a figura dos pontos no mapa, ao lado de outros estrondos e barulhos misteriosos que ocorreram no estado de São Paulo, forma um losango sinistro.
Defesa civil promete apurar a origem da "explosão"
3/8/2011 - Jornal da Cidade Rio Claro - Sidney Navas
Forte estrondo pôde ser ouvido em vários bairros de Rio Claro, assustando a população.
Uma grande ‘explosão’, cuja origem ainda não foi descoberta pelas autoridades, despertou a atenção da população. Por volta das 13h35 de terça-feira (02), um forte estrondo pôde ser ouvido em vários bairros do município, deixando os moradores bastante assustados e preocupados com o ocorrido.
O mistério continua e as autoridades ainda tentam saber a origem dessa explosão. Mas até o fechamento desta edição, nenhuma informação oficial havia sido sido divulgada pelas autoridades competentes.
Entretanto, segundo informações do diretor da Defesa Civil, Danilo de Almeida, tudo indica que o barulho foi provocado pela explosão em alguma pedreira localizada na região de Rio Claro.
Ele ressalta que essa é a hipótese mais provável para esse caso, mas prometeu averiguar o que realmente aconteceu e depois emitir um comunicado oficial. Até o começo da noite, a Defesa Civil ainda tentava descobrir a origem da explosão.
Logo após o estrondo, a Defesa Civil recebeu pelo menos 20 ligações de pessoas preocupadas e assustadas. Alguns munícipes pensavam que se tratava de um tremor de terra, mas essa possibilidade foi imediatamente afastada pela Defesa Civil.
“Não há nada nesse sentido registrado pelo sismógrafo da Unesp do Bela Vista”, explica Danilo de Almeida. A reportagem do JC tentou sem sucesso informações junto à Unesp. As polícias Civil e Militar, bem como o Corpo de Bombeiros, também não registraram nenhuma ocorrência nesse sentido. Assunto foi bastante comentado nas redes sociais.
Existem diferentes tipos de explosivos das mais variadas composições químicas. Via de regra todos eles são feitos de substâncias inflamáveis que, uma vez incendiadas, liberam gases de alta temperatura com uma pressão violenta. Isso ocorre porque essas substâncias têm moléculas muito instáveis, isto é, que se rompem facilmente, repelindo-se umas às outras.
O buraco perfurado na rocha com uma britadeira é o primeiro passo de preparação para a explosão da pedreira. Depois, em seu interior, é introduzida a primeira banana de dinamite, com o chamado cordel detonante amarrado em uma de suas pontas. Esse cordel é um tubo recheado de explosivo especial (o nitropenta) com velocidade de detonação de 7,2 km por segundo.

Ainda na matéria do Jornal da Cidade (Jcnet) há uma pequena apresentação do astrônomo amador que batizou o cometa, descoberto recentemente, no ano passado.
Cometa que se aproxima da Terra provoca divergências na internet
16/7/2011 - Jornal da Cidade - Tisa Moraes
(...) Especialistas, simpatizantes e curiosos da astronomia vem dividindo opiniões sobre as consequências da chegada do cometa Elenin, que deve atingir sua aproximação máxima junto à Terra (chamada perigeu) exatamente daqui a três meses.
Ainda que a expectativa seja de que sua órbita mantenha uma distância 90 vezes superior a da Lua, em blogs e sites há quem diga que os dados oficiais possam ser uma estratégia para maquiar a realidade e evitar pânico. Divergências de pontos de vista também já estão presentes em redes de relacionamento como Twitter e Facebook.
No www.hardmob.com.br, por exemplo, um dos colaboradores argumenta que o fato de a Agência Espacial Norte Americana (Nasa) pouco falar no assunto indica que algo que possa “afetar todo o mundo e matar milhões de pessoas” esteja sendo escondido.
O mesmo site faz uma associação entre o início do nome do cometa com a sigla ELE que, em inglês, significaria extinção em massa de espécies. “Pode ser que algo muito ruim venha acontecer logo, logo. Afinal, como podemos imaginar, um desastre desses, se fosse previsto, jamais seria relevado para o público, pois certamente haveria um caos no planeta inteiro”, diz o texto.
Pelo menos outros dois blogs fazem referência a uma notícia publicada em maio pelo Portal Terra na Argentina. Na matéria, um estudioso de astronomia confirmava informações de cientistas chineses de que o Elenin seria seguido por uma desconhecida formação ‘estranha e obscura’ parecida com um objeto voador não-identificado (ovni). “Atrás do cometa, os cientistas chineses asseguram que vem algo que eles chama de ‘cluster’, que significa um cúmulo globular, ou talvez uma nave extraterrestre”, afirma.
Já o responsável pelo endereço realidadeoculta.blog.com teme que o cometa venha provocar fortes influências no campo magnético terrestre, o que, segundo ele, poderiam causar terremotos, tsunamis ou erupções vulcânicas. No mesmo endereço, é cogitada ainda a possibilidade de o Elenin alterar o campo gravitacional do Sol, tendo como consequência tempestades magnéticas solares que poderiam atingir a Terra.
(...) Mas há quem tenha mais cautela ou tranquilidade para lidar com o assunto. No site www.provafinal.net, um colaborador destaca que a órbita do cometa ainda pode sofrer mudanças de cálculos nas próximas semanas, mas diz acreditar na improbabilidade de colisão do corpo celestial com a Terra. “No site da Nasa, é possível ver uma animação da trajetória do Elenin. Se houvesse algum tipo de colisão, não teriam colocado nada no site. Não é uma questão de confiar ou não no órgão oficial, mas de ler as entrelinhas”, argumenta.
De fato, todos os especialistas consultados pelo JC são unânimes. Não há motivo para pânico. O Elenin nem mesmo é um cometa de grandes proporções e deve passar a 34,9 milhões de quilômetros de distância da Terra. Para o físico Pedro D’Incao, toda a celeuma criada em torno dele é fruto de especulações sem fundamento, sempre presentes quando o assunto são fenômenos astrofísicos.
“O misticismo sobre o fim do mundo existe, principalmente em relação à astronomia, desde que o homem começou a observar a natureza. E, nesse mundo especulativo, cabe qualquer coisa”, pondera ele, que afirma acreditar nas informações oficiais. “Não acredito que haja a conspiração que se imagina”, defende.
(...) Para fins de comparação, o cometa Elenin é três vezes menor do que seu “irmão” mais famoso, o Halley, que em 2010 criou um clima de pânico em escala global após notícias serem veiculadas acerca do gás letal presente em sua cauda. O Halley passou, inofensivo, pela órbita da terra e voltou em 1986, deixando, mais uma vez, apenas um belo espetáculo como registro.
“O Halley não provocou nenhum tipo de influência na terra e com o Elenin será a mesma coisa. Não haverá nada de excepcional. Dependendo do quão distante ele estiver de nós, conseguiremos, no máximo, vê-lo através do telescópio”, adianta o físico Jorge Honel, responsável pelo setor de astronomia do Centro de Divulgação Científica e Cultural da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos.
(...) Se os cálculos estiverem certos e o cometa Elenin passar a 34,9 milhões de quilômetros de distância da Terra, nenhum efeito provocado por ele será sentido pelos humanos. É o que garantem especialistas consultados pelo JC.
Pesquisador do Departamento de Astrofísica do Observatório Nacional, órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o astrofísico Carlos Henrique Veiga explica que são remotas as chances de o cometa provocar efeitos como tsunamis ou terremotos. Para tanto, o Elenin teria que atingir a atmosfera terrestre, o que está longe de acontecer, segundo as projeções.
“Pelo tamanho que ele tem (cerca de 3,5 quilômetros de massa), precisaria passar pelo menos a um milhão de quilômetros de distância da atmosfera para provocar algum efeito de maré, mas ainda sem nenhum dano aos humanos. Seria parecido com as alterações provocadas pela Lua, que tem o mesmo diâmetro do Elenin, mas está a 484 mil quilômetros da Terra, embora se movimentando em menor velocidade”, esclarece.
Já as chances de o cometa interferir no campo eletromagnético do Sol e provocar as chamadas manchas solares ou tempestades eletromagnéticas. Segundo Veiga, o que ocorre é justamente o contrário: se passar muito próximo do Astro-Rei, o Elenin poderá ser atraído e se chocar contra ele, sem nenhum reflexo para a Terra.
“Os cometas não são nada perto do Sol. As tempestades magnéticas, manchas e os ventos solares são provocados por distúrbios no campo eletromagnético do Sol ainda não muito bem entendidos pela Física. Algumas destas anomalias podem causar pane nos sistemas de telecomunicações da Terra, mas não são causadas por cometas, em absoluto”, alerta.
Responsável pelo setor de astronomia do Centro de Divulgação Científica e Cultural da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, o físico Jorge Honel também desconsidera a possibilidade de um ovni pegar carona na cauda do cometa. “Isso não tem nenhum fundamento. Essa é só a letra de um verso de música infantil”, ironiza, numa referência à música “Lindo Balão Azul”, do cantor Guilherme Arantes.
Segundo o site City Journalist - Are the disastrous earthquakes connected to comet Elenin (Os terríveis terremotos estão conectados com o cometa Elenin) - o próprio descobridor do cometa acredita que os terremotos deste ano estão relacionados a aproximação do cometa. Os terremotos aconteceram no dia exato, ou em datas bem próximas, do alinhamento do sol, da Terra e do cometa Elenin.
Leonid Elenin
Batizado oficialmente de C/2010 X1, o cometa Elenin foi descoberto em 10 de dezembro de 2010 pelo astrônomo russo Leonid Elenin, através de um dos telescópios robóticos do International Scientific Optical Network, instalado no Novo México, Estados Unidos. Segundo a agência espacial da Rússia Roscosmos, o cometa foi o primeiro descoberto por um russo neste século.

O fim do jogo
21/7/2011 - O Estado de S.Paulo - Luis Fernando Verissimo
Tem um pensamento que me consola em casos de vexame, desgosto com a espécie humana, noticiário de Brasília ou derrota do Internacional. Penso: daqui a alguns milhões de anos o Sol vai explodir, a Terra vai virar cinza e nada disto terá muita importância. O perigo, claro, é o consolo se virar contra o consolado, pois se pensar na nossa morte pessoal já nos angustia, pensar na morte de todo o sistema solar, ao qual somos tão ligados, pode angustiar mais. Mas é bom aceitar o risco da angústia terminal, botar tudo em perspectiva e ver nossos infortúnios num contexto maior. Em latim fica mais bacana: "Sub specie aeternitatis". Do ponto de vista da eternidade, como dizia o filósofo Espinosa, segundo o Google.
Do ponto de vista da eternidade tudo tem o mesmo sentido, ou sentido nenhum. Surpreende que a frase não seja invocada mais vezes, por exemplo, nas crises econômicas. Sob o ponto de vista da eternidade o carrossel das finanças, a gangorra dos juros e das dívidas, o escorregador das falências nacionais e os balanços dos balanços não passam de brinquedos. Tudo é um jogo que só é dramático e afeta a vida de tanta gente porque lhe dão um sentido falso que omite a explosão do Sol, no fim, quando até o ouro virará nada. O fim do jogo, para quem o leva a sério, é um mítico mundo com as economias equilibradas e o mercado redimido e triunfante. Não é. O fim do jogo é o nada.
Os "indignados" que protestam nas ruas da Europa contra as medidas de austeridade que exigem sacrifícios dos já sacrificados para corrigir a safadeza alheia, da minoria culpada pela crise internacional, estão dizendo isto, que a vida é mais importante do que o jogo, que nenhuma promessa de sanidade econômica a longo prazo compensa a miséria humana agora - ainda mais que a longo prazo seremos todos cinza.
E se?. Já que falamos em vexame... Razão teve o Fernando Calazans, que sempre tem razão. E se os três substituídos pelo Mano Menezes, Neymar, Ganso e Pato, estivessem em campo para bater pênaltis, o resultado seria o mesmo? Nunca saberemos.
Pênaltis mal cobrados , impérios desmoronando, textos apócrifos e os sinais do fim do mundo como uma nova perspectiva, o ponto de vista da eternidade. Diante do caos e do apocalipse, seria melhor rir do que chorar?
Portal Literal - Publicado originalmente em 26/02/2003
Um trampolim
Luis Fernando Verissimo
Existem autores-colchão e autores-trampolim, e já me explico. Autores-colchão são aqueles em que você se aconchega, certo de que passará algum tempo mergulhado no seu pensamento e esquecido do mundo. Sua mente se entrega à dele como, de alguma forma, um corpo se entrega a um bom e confortável colchão. Não que sejam, necessariamente, autores repousantes. O pensamento deles pode ser original e suas teses instigantes, mas você só reagirá ao que leu quando emergir do colchão. E o proveito que terá da sua leitura é o mesmo que tem de uma noite bem dormida: idéias claras, boa disposição, satisfação generalizada.
Já nos autores-trampolim sua mente mergulha e pula, mergulha e pula. Está constantemente abandonando o texto em divagações que o próprio texto sugere, pois cada sacada do autor é um impulso para um pulo que ela dá sozinha. Há muitos autores que valem mais pelos pensamentos que provocam, ou pela maneira inédita de pensar que exemplificam, do que propriamente pelas suas idéias. Marshall MacLuhan (lembra dele?) era assim. Marcuse era assim. Norman O. Brown era assim. Você estava sempre interrompendo a leitura de um texto deles para sair num vôo solo, inspirado pelo seu exemplo.
Immanuel Wallerstein é assim. É um pensador mais consistente e politicamente pertinente do que os citados acima, mas tem o mesmo poder de mandar a nossa mente pelos ares nas suas próprias buscas. Também faz analogias provocantes e ligações surpreendentes e gosta de incluir a geocultura - um termo que já inclui tudo - nas análises políticas e econômicas que faz dos seus "world systems".
Mesmo quando trata de detalhes específicos de coisas como sistemas hegemônicos em mutação ou declínio, sua visão é culturalmente paronâmica, e culturalmente informada como poucas. Pois mais do que um cientista político nos interpretando o mundo do homem econômico da sua forma peculiar, Wallerstein é um historiador da modernidade, da grande aventura humana rumo à utopia ou o caos.
Você não precisa concordar com ele para viajar com ele, e pode pular dele para outras conclusões. Só não espere sair da leitura deste livro reconfortado, como depois de um bom sono. Ela manterá sua mente acordada, e saltando, o tempo todo.
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